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Uma TV SED tem milhões destes SCEs dispostos em uma matriz, e cada um deles controla o aspecto vermelho, verde ou azul do pixel na imagem. Em vez de direcionar os elétrons para criarem a imagem uma coluna de cada vez, a matriz ativa todos os SCEs necessários para criar a imagem completa, virtualmente, ao mesmo tempo.
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Assim como acontece com um aparelho de CRT, o interior de uma TV SED é formada por um vácuo e todos os SCEs estão em um lado do vácuo, enquanto a tela revestida por fósforo fica do outro. Essa tela, a propósito, possui carga elétrica positiva, atraindo os elétrons das SCEs.
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Ao chegarem à tela, os elétrons passam por uma camada muito fina de alumínio e atingem os fósforos, que emitem luz vermelha, verde ou azul. Novamente, os seus olhos e cérebro assumem o controle e combinam esses pontos brilhantes para criar uma imagem.
Qualquer parte da tela que não seja utilizada para criar pixels, fica preta, dando à imagem um melhor contraste. Além disso, também há um filtro de cor entre os fósforos e o vidro para melhorar a precisão de cor e diminuir os reflexos.
Para unir tudo isso, quando a TV SED recebe um sinal, ela:
Todo esse processo acontece quase que instantaneamente e o aparelho consegue criar sessenta imagens por segundo. Diferente de um CRT, este novo tipo de TV não precisa entrelaçar a imagem pintando uma linha sim e outra não, pois, em vez disso, cria a imagem inteira todas as vezes.
A idéia de uma tela grande, com qualidade de CRT, em uma embalagem que tem apenas 6 milímetros de espessura, é incrível. Mas você deve estar pensando que deve ter alguma desvantagem nesse modelo. Para você não ficar curioso, vamos olhar os prós e os contras desta nova tecnologia na próxima página.