![]() Imagem cedida por Jennie Breeden/Geebas on Parade A maioria dos jogos acontece em locações externas |
Assim como há diferentes tipos de jogos, há diferentes tipos de jogadores. As pessoas gostam de diferentes tipos ou aspectos do jogo dependendo de seus interesses e temperamentos. Zolkosky explica:
Algumas pessoas gostam de jogar como um esporte. A maioria das pessoas que são atraídas para o RPG são muito imaginativas e já criaram histórias e coisas em sua mente ou já escreveram histórias. Eu acredito que elas são atraídas a ele porque existe uma chance de trabalhar com outras pessoas na criação de algo assim. Eu acho que o jogo realiza a fantasia de algumas pessoas. A fantasia de viver em um universo de linhas simples, tudo preto no branco, ou apenas de ser uma figura heróica. Eu odeio dizer a fantasia de ser um outro alguém, isso soa muito batido. Mas eu acho que para muitas pessoas é um tipo de fantasia ou escape. Viver em um mundo diferente, sendo uma outra pessoa. Muitas pessoas são atraídas ao jogo porque gostam muito da literatura na qual se baseia a maioria dos jogos. Eles gostam de fantasia, ficção científica. Eles querem representar isso.
![]() Imagem cedida por Jennie Breeden/Geebas on Parade Os RPGs incluem personagen dos tipos mais variados |
Mas, mesmo que os jogadores tenham alguns traços em comum, eles podem ter diferentes razões para jogar. O ensaio de Petter Bockman "The Three Way Model", de "As Larp Grows UP: Theory and Mehods in Larp", descreve esses tipos de pessoas como o dramaturgo, o jogador e o imersionista.
Esses tipos também se aplicam a pessoas que criam e dirigem os RPGs. Dramaturgos gostam de escrever as histórias, jogadores gostam de cuidar dos detalhes e desenvolver os quebra-cabeças e os imersionistas gostam de criar um mundo envolvente e completamente real. Além de criar um universo e dirigir as sessões, a equipe tem que encontrar locações para os jogos, gerenciar licenças e seguros quando aplicáveis e publicar o jogo, entre outras tarefas administrativas.
![]() Imagem cedida por Jennie Breeden/Geebas on Parade Alguns RPGs permitem que crianças participem. No entanto, eles exigem uma autorização assinada pelos pais. |
Por essas razões, criar e dirigir um jogo é um trabalho de grupo e não de apenas uma pessoa. Zolkosky explica:
Ninguém consegue dirigir um RPG sozinho. É necessário uma equipe de pessoas boas, talentosas e sólidas com quem você possa contar. A confiança é crucial neste caso, provavelmente tão crucial quanto o talento. Mas você precisa de uma equipe de pessoas que compartilhem da sua visão. Depois disso, exige-se muita confiança nas pessoas à sua volta. Isso leva uma certa quantidade de esforços de logística. Você tem que ser capaz de conseguir boas locações para executar seu jogo, negocie com as pessoas de quem você está alugando. Organize seu orçamento para que tenha fantasias e um suporte decentes.
Então, quando o jogo sai do papel, a equipe tem que estar preparada para o pior possível. "O número de coisas que podem dar errado é insano", diz Zolkosky. "É por isso que parte da habilidade em fazer isso é ser capaz de lidar com os problemas se algo de errado acontecer".
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