Romantismo
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A obra "Frankenstein", de Mary Shelley, é um dos exemplos da influência do gótico no romantismo
O romantismo foi um movimento artístico em que o sentimento era tudo, numa reação à ênfase dada à razão e à ordem no Iluminsmo. O auge do romantismo foi durante a primeira metade do século 19 e entre suas principais características estavam uma profunda apreciação das belezas naturais, a exaltação da emoção sobre a razão e dos sentidos sobre o intelecto, o renovado interesse pela cultura medieval e pelo gótico e a celebração do indivíduo, principalmente do gênio, do herói e de figuras excepcionais. Em seu culto de adoração à natureza, o romantismo desenvolveu uma predileção pelo exótico, pelo misterioso e pelo sobrenatural. A amplitude do movimento romântico, que abrangeu das artes, como as visuais, a literatura e a música, até o comportamento, o fez mais um agregado de atitudes e temas do que uma doutrina. Com um tom subjetivo e inconformista que valorizava a intuição, a emoção e a imaginação, o romantismo começou a emergir no final do século 18 nas obras poéticas de Friedrich e August Wilhelm von Schlegel. Os ideais românticos alcançaram a filosofia principalmente nas obras de Jean-Jacques Rousseau e Arthur Schopenhauer. Entre os principais artistas do romantismo estão Eugène Delacroix e Théodore Géricault, na pintura, Lorde Byron e Keats, na literatura, e Chopin e Schubert, na música.

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