De acordo com uma carta escrita por Lovecraft ao colega escritor Clark Ashton Smith, Theodorus Philetas traduziu o texto em árabe original para o grego em 950 d.C., sendo então que "Al Azif" ficou conhecido como "Necronomicon". A maioria das cópias foi queimada após alguns incidentes envolvendo pessoas que fizeram experimentos com o texto e tinham a intenção de invocar o poder dos Anciãos.
Foto cedida por Amazon.com A fraude de Simon do "Necronomicon" contém mitologia suméria e uma mescla de rituais ocultos |
Outras histórias alegam que, em 1596, o dr. John Dee, um mágico inglês, descobriu uma cópia há muito perdida da tradução de Wormiu para o latim. Dee e seu assistente, Edward Kelly, tentaram traduzir o texto para o Inglês. Nenhuma editora jamais publicou o texto completo e a tradução original está na Bibioteca de Bodleian, em Oxford, na Inglaterra (o verdadeiro John Dee era conselheiro da Rainha Elizabeth I e ficou conhecido como matemático e alquimista).
Outros autores fazem menção a mais traduções, incluindo uma cópia escrita em hebraico, mas nem todos os fãs de Lovecraft aceitam essas cópias como sagradas no Mito de Cthulhu. Lovecraft afirmou que existem cópias do "Necronomicon" nas seguintes bibliotecas:
Na ficção criada por Lovecraft, a maioria das organizações religiosas e políticas baniu o livro completamente, já que loucura e calamidade seguem as cópias onde quer que elas cheguem. É claro, porém, que todas essas cópias são imaginárias. Na verdade, tanto a Miskatonic University quanto a Arkham são invenções de Lovecraft e não existem.
Na próxima seção, vamos ver algumas das fraudes que fizeram as pessoas acreditarem na existência do "Necronomicon".