Dependendo de sua idade, quando alguém diz “hip-hop dance”, você pode pensar em boogaloo, locking, popping, freestyle, uprocking, floor, downrocking, grinding, running man, gangsta walking, krumping, Harlem shake ou chicken noodle soup. E, claro, você pensa no break, também conhecido como breakdancing.
![]() Jemal Countess/WireImage Mr. Freeze, da Rock Steady Crew, no palco da celebração de 25° aniversário do Wild Style, no Rumsey Field, Central Park, Nova York, 29 de julho de 2007 |
Alguns dos movimentos mais memoráveis do break incluem giros com apoio de cabeça, giros sobre as mãos e sobre as costas, o passo conhecido como “moinho de vento” (o dançarino gira sobre seu torso e as pernas completam círculos em torno dele como as pás de um moinho). Há o “verme” e o movimento conhecido como suicídio (um salto de costas que o dançarino começa em pé e termina de costas no assoalho). Embora esses passos talvez não tenham sido a primeira forma de dança de hip-hop, eles certamente receberam muita atenção da mídia no início do movimento.
De acordo com Kool Herc, um b-boy não é só um dançarino, mas alguém dotado daquela atitude de “estou pronto para duelar na pista com qualquer um”. Hoje, os termos b-boy e b-girl se referem aos dançarinos de hip-hop mais talentosos. |
Como no caso da música que inspirou a dança, a história do break começa com o tráfico de escravos. Os escravos levaram muitas tradições com eles de suas terras na África Ocidental para a América do Norte e do Sul. Diversos elementos essenciais da dança afro-americana são parte das danças populares atuais, incluindo o movimento de todo o corpo, o movimento orientado à terra, a improvisação e a pantomima [fonte: Kansas City Lindy Hop Society (em inglês)].
Diversos estilos populares de dança afro-americanos emergiram da metade ao fim do século 19, e pelo começo do 20. Diversos migraram da comunidade afro-americana à comunidade caucasiana.
Ainda que o hip-hop seja decididamente popular nos Estados Unidos, de acordo com o Perfil do Consumidor em 2006 divulgado pela Recording Industry Association of America (RIAA), rock e country o superam - pelo menos em termos de vendas totais. Eis a distribuição geral: Rock – 34% Country – 13 % Rap/hip-hop – 11,4 % R&B/urbano – 11 % Outros – 7,3 % Pop – 7,1 % Religioso – 5,5 % Infantil – 2,9 % Jazz – 2,0 % Clássicos – 1,9 % Nostalgia – 1,1 % Trilhas – 0,8 % New Age – 0,3 % [fonte: RIAA] |