Potência e propulsão

O maior desafio do projeto da Estrela da Morte não foi a criação de um canhão suficientemente grande para disparar um feixe capaz de destruir um planeta, nem foi criar uma estação de batalha do tamanho de uma pequena lua. O maior de todos os desafios foi sempre energizar um canhão suficientemente potente para destruir um planeta e mover uma estação de batalha do tamanho de uma pequena lua. A resposta a ambos os problemas foi dada com a invenção do reator de hipermatéria.

O reator de hipermatéria é o coração da Estrela da Morte. O núcleo da hipermatéria é baseado principalmente no antigo núcleo de implosão de hipermatéria dos sistemas Sienar, fonte de energia da Grande Arma da Confederação dos Sistemas Independentes (inspiração primordial da Estrela da Morte - mais sobre isso adiante). Pouco se sabe na realidade sobre os detalhes altamente confidenciais do projeto do reator, mas temos ciência de que se trata de um reator de fusão mássica alimentado por jarros de combustível estelar que formam a periferia da câmara do reator principal.

O sistema de propulsão em espaço real da Estrela da Morte é formado por uma rede de motores iônicos que usam os conversores para transformar a potência do reator em empuxo. Os manobradores do motor alinham-se principalmente ao longo do equador da estação.

A viagem hiperespacial tornou-se possível com bancos unificados de geradores de hipercampo. Cada banco contém 123 geradores de hipercampo. Todos eles são interligados em uma matriz de navegação controlada do centro de comando.

"Não se trata de uma lua"
Em 3 de julho de 2004, logo depois da inserção orbital em volta de Saturno, a nave espacial não tripulada Cassini enviou uma preocupante mensagem à Terra.


Foto cedida pelo
NASA/JPL/Space Science Institute (em inglês)
Uma nova Estrela da Morte?
Ainda que muitos acreditem tratar-se de uma prova da existência de uma nova Estrela da Morte no nosso próprio sistema solar, na verdade não se trata de uma estação espacial. Esta é uma fotografia de Mimas. Mimas é uma das 31 luas de Saturno. Tem 398 km de diâmetro e abriga uma enorme cratera chamada Herchel, de 130 km de largura. Essa foto foi tirada pela espaçonave Cassini a uma distância de 1,7 milhões de km aproximadamente.