Depois de o escritor ter feito um esboço da história, alguns outros escritores se reunirão para discuti-la, identificar quaisquer problemas e sugerir novas idéias.
Diferente dos escritores dos programas de ação, os escritores dos programas animados não têm que se preocupar muito com os assuntos da produção prática. Dave Krinsky, produtor executivo de "O rei do pedaço", explica: "pelo fato de você não ter que se preocupar com os sets de filmagem, pode-se ter a opção de muitos lugares, então não é preciso se preocupar muito com a realidade da produção física enquanto se está escrevendo os scripts". Basicamente, se um escritor conseguir pensar em algo, isto pode aparecer num programa animado.
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![]() Foto cedida Fox Broadcasting Company Num programa de ação, seria extremamente caro criar todos os robôs, alienígenas e naves espaciais de "Futurama" ou a ficção científica esquisita dos episódios do Halloween de "Os Simpsons" |
Krinsky também gosta da animação porque pode-se fazer coisas com os personagens que não seriam possíveis de serem feitas com atores reais. "Descobrimos que existe uma pequena distância com a animação que não se tem com atores reais", explica Krinsky. Isso permite uma gama de possibilidades bem maior.
Krinsky não vê muitas desvantagens em escrever para animação, mas ele sabe que existem algumas. "Existe um claro atraso na satisfação (na animação), enquanto que a TV ao vivo capta as pessoas rindo e você tem um feedback imediato", diz ele. A falta da resposta imediata do público faz com que os escritores e produtores se baseiem em seus próprios instintos de comediantes para orientá-los ao longo do processo, que precisa de muitas revisões pelo caminho.